Prevenção e Fatores de Risco

Como sempre costumamos falar, a prevenção é sempre o melhor remédio para qualquer tipo de doença. No caso específico de câncer, já são bem conhecidas as conseqüências que o tabagismo e o alcoolismo, por exemplo, trazem ao organismo. Portanto, afastar-se dos fatores de risco é fundamental para evitar o risco de desenvolver um câncer.

No caso de câncer de tireóide, o levantamento do histórico pessoal e familiar do paciente, assim como um bom exame físico são elementos importantes para o diagnóstico de câncer de tireóide. Os fatores considerados de risco são:

• Idade - os jovens com menos de 20 anos apresentam uma maior incidência de câncer de tireóide em nódulo detectado .
• Sexo – as mulheres costumam apresentar 30% mais câncer de tireóide que os homens.
• Nódulo associado à dor ou dificuldade constante para engolir. Nódulo associado à rouquidão constante.
• Radiação externa na região do pescoço durante a infância ou adolescência.Essa radiação costuma ser decorrente de casos de realização de RX freqüentes durante a infância, sem com colete com chumbo.
• Nódulo endurecido, irregular e firme.
• Presença de gânglios no pescoço.
• Antecedente familiar de câncer de tireóide.

O histórico do paciente, incluindo dados familiares, é, portanto, útil para a identificação de fatores de risco para desenvolver ou não um câncer de tireóide.

O exame físico também é muito importante. Apesar de não ser definitivo, em alguns casos, nódulos ou outras alterações percebidas durante o exame físico podem indicar e facilitar o diagnóstico de câncer de tireóide. Nesses casos, o médico irá pedir outros exames para confirmar ou descartar a hipótese de câncer de tireóide.

Atualmente nenhuma organização médica recomenda exames de rotina para prevenção do câncer de tireóide em pacientes que não apresentam nenhum sinal ou sintoma. Mas, é recomendado que seja feito um exame físico com a palpação da tireóide anualmente.

FONTE: Equipe Oncoguia

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